Curtas de Seu Lunga

Postado dia 18 de julho às 19:00 por Marcelo Barros

1. Quando te vêem deitado, de olhos fechados, na sua cama, com a luz apagada e te perguntam:
- Você tá dormindo?
- Não, to treinando pra morrer!

2. Quando a gente leva um aparelho eletrônico para a manutenção e o técnico pergunta:
- Ta com defeito?
- Não, é que ele estava cansado de ficar em casa e eu o trouxe para passear.

3. Quando está chovendo e percebem que você vai encarar a chuva, perguntam:
- Vai sair nessa chuva?
- Não, vou sair na próxima.

4. Quando você acaba de levantar, aí vem um idiota (sempre) e pergunta:
- Acordou?
- Não. Sou sonâmbulo!

5. Seu amigo liga para sua casa e pergunta:

- Onde você está?
- No Pólo Norte! Um furacão levou a minha casa pra lá!

6. Você acaba de tomar banho e alguém pergunta: (BOA)

- Você tomou banho?
- Não, mergulhei no vaso sanitário!

7. Você tá na frente do elevador da garagem do seu prédio e chega um que pergunta: (ÓTIMA)

- Vai subir?
- Não, não, to esperando meu apartamento descer pra me pegar.

8. O homem chega à casa da namorada com um enorme buquê de flores. Até que ela diz:

- Flores?
- Não! São cenouras.

9. Você está no banheiro quando alguém bate na porta e pergunta:
- Tem gente?
- Não! É o cocô que está falando!

10. Você chega ao banco com um cheque e pede pra trocar: (MUITO BOA)

- Em dinheiro? ?
- Não, me dá tudo em clipes!

1 Comentário! (Veja!)
  1. Um Comentário para “Curtas de Seu Lunga”

  2. Por José Augusto-Mossoró-RN dia ago 22, 2009

    Postado pelo Auor e poeta José Augusto em 22/08/2009

    A PELEJA DE SEU LUNGA
    PRA NÃO SER IGNORANTE

    Pela Milena vez hoje
    Me perguntou meu vizinho:
    – Por que Seu Lunga, o senhor,
    Não dá um simples jeitinho
    E não deixa de ser tão
    Ignorante e certinho?

    Por que o senhor, Seu Lunga,
    Não para de ignorar
    E ignora essas perguntas
    Que lhes fazem sem parar?
    Sendo muitas vezes só,
    Somente pra lhe irritar.

    Seu Lunga, por que o senhor,
    Não arranca do seu peito
    Toda sua ignorância
    E joga ela de jeito
    Nas profundezas do mar
    E não mais fale a respeito.

    Por que o senhor, por quê;
    Não reza pra São Francisco,
    São José, Santa Luzia…
    E pede pra tirar o cisco
    Que é sua ignorância
    Na forma de um corisco?

    E se isso não resolver
    Seu Lunga reze pra Deus,
    Peça muita paciência
    Pra aturar esses abreus
    Que não deixa o senhor queito
    Feito um bando de ateus.

    Seu Lunga disse: – Zé Preto
    O senhor nem imagina
    O quanto eu venho lutando
    Pra me livrar dessa sina,
    Dessa sina que carrego
    Posta por gente malina.

    E quem pensa dessa forma
    Nem parece conhecer
    A minha grande vontade
    De nunca assim responder,
    Com qualquer ignorância,
    E qualquer um ofender.

    Quem me vê assim, Zé Preto,
    Nunca me viu remoendo,
    Remoendo pra esquecer
    Tudo que andam dizendo:
    O que eu fiz e nunca fiz,
    O que bebo e ando comendo.

    Zé Preto, se você visse
    O quanto vivo tentando
    Minha postura mudar
    E esquecer que estão falando
    Por todo canto de mim
    Não estava perguntando.

    Não nego que me deixei
    Ser levado por vaidade,
    Porém, nunca imaginei
    Que isso virasse maldade,
    Mexerico e desrespeito
    Sem nenhuma piedade.

    Zé Preto quando pensei
    Que estava de coração
    Curado pra não entrar,
    Não entrar em discussão
    Com ser humano qualquer
    Em qualquer situação…

    Chegou pela quarta vez
    O “mudo” cheio de prosa
    Um dia na minha venda
    Atrás de coisa melosa
    Que comeu outro dia
    Na casa de Dona Rosa.
    ………………..
    São 34 estrofes

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